Meia idade
A criança passou e nem notou;
Veio o adolescente desapercebido,
tornando-se um jovem destemido,
abençoado pelo Eterno Divino
Duvidoso, contemplativo e orgulhoso.
Um prodígio dedicado, aplicou-se às conquistas,
Que em certa medida, calharam no devido tempo,
Vitória adquirida.
Na obstinação da mocidade formou-se o homem.
Vê-se que nas derrapadas vividas achou-se maduro.
Hoje, meia idade, firma-se em verdades tangíveis.
Precavido; persistente. Mantém-se a passos largos,
Rumo às novas empreitadas.
Vida repleta de fases,
tão incertas quanto a própria vida.
Se não houvesse alcançado dela seu verdadeiro prazer,
Seu real propósito de existir,
não haveria razões para crer;
porém, o Eterno criador, em excelente graça e amor,
brindou o escolhido, imerecedor, de certezas,
até então jamais sabidas.
Estudos Biblico-teológicos; Notícias e Informação. Escatologia, Atualidade e Ministrações. História e Matemática Pensamentos
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Não à Ideologia de Gênero, Não à Rede Globo, Não à Veja - SERVIREMOS AO SENHOR - Minha família é bênção
Escrevo este artigo para cristãos e para aqueles que comungam da mesma essência judaico-cristã, que defendem a família tradicional brasileira, entendendo-se assim, aquela constituída de homem e mulher, pai e mãe, devidamente estabelecida por Deus, sem fomentar a ideia de opções sexuais com padrões impostos por parte minúscula da sociedade e da mídia, a serviço das hostes infernais, cuja abordagem estratégica relativiza o despudor.
Caros irmãos, leiam este artigo orando ao Senhor para que se compadeça de seu povo, em meio às densas trevas que se avizinham.
Iniciar com este louvor "Casa de bênção", da cantora Eyshila, tem a intenção de abençoar previamente a sua vida e de sua família, pois elas estão guardadas nas mãos do Senhor. (Jonas Portal)
Casa de Bênção - Eyshila
"Minha casa será uma casa de bênção
"Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor". (Josué 24.15)
Nos últimos meses, as famílias brasileiras, sobretudo as cristãs, que representam cerca de 86,8% da população (segundo o IBGE), e as demais que, mesmo não estando neste percentual, ainda preservam os valores judaico-cristãos, que formam a base cultural de nossa sociedade, estão sendo atacadas deliberadamente pela mídia manipuladora e formadora de opinião e por pseudo-pesquisadores.
Vemos ataques claros aos valores morais e o incentivo descarado à prática de pedofilia, zoofilia, pornografia, homossexualismo e uma extensa lista de depravações, cuja apologia é acalorada por alguns artistas, redes televisivas, revistas de circulação nacional e até produtos de marcas consagradas. Um confronto que foge aos limites da aceitação por qualquer pessoa que consiga discernir o lado direito do esquerdo.
Resume-se num potencial veneno ardiloso das regiões infernais na tentativa de esfacelar o que Deus instituiu desde o início da criação - a família.
A despeito da sábia criação divina, determinando a distinção dos sexos em macho e fêmea, com vistas à proteção da espécie humana e das demais espécies cuja reprodução seja sexuada. Sendo, portanto, uma característica fisiológica inerente ao ser-humano. Não se trata de um mera abordagem teológica ou fanatismo religioso/cristão, mas resume-se em fatos científicos de que o homem nasce homem e a mulher já nasce mulher, além de várias evidências externas que diferenciam ambos os sexos, não deixando margem para um suposto "terceiro sexo".
O que se deseja no Brasil é relativizar o padrão cultural da sociedade, que tem como base a raiz judaico-cristã, cujo viés está ligado à formação de um lar com homem e mulher. A promiscuidade defendida às claras ou subliminarmente, assim como certos tipos esdrúxulos de apresentações chamados de "arte", como a encenação no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, que colocou um homem nu à vista de todos e foi tocado por crianças, e as pinturas e fotos, cuja exposição foi bancada com dinheiro público e promovida pelo Banco Santander, traziam blasfêmias aos símbolos cristãos, apologia à zoofilia e ao homossexualismo, são reflexos de um padrão de vida desvirtuado que tenta aos poucos ganhar terreno nas mentes incautas. O que vai acarretar uma crise de identidade sexual. Também uma crise do certo e do errado.
A ausência de sexo, ou seja, a não existência de masculino e feminino, é o que prega a Ideologia de Gênero. Para quem defende esse pensamento, o sexo é resultado de construções sociais e culturais. É essa a temática que está se tentando implantar à revelia na educação brasileira e na . É uma afronta: à razão, pois a ciência comprova elementos suficientes para a distinção, à natureza, pois a fisiologia do homem e da mulher já revela exteriormente diferenças nos sexos e, acima de tudo, a Deus, que no princípio criou "homem e mulher, à sua imagem", em outra versão "macho e fêmea os criou".
A despeito da sábia criação divina, determinando a distinção dos sexos em macho e fêmea, com vistas à proteção da espécie humana e das demais espécies cuja reprodução seja sexuada. Sendo, portanto, uma característica fisiológica inerente ao ser-humano. Não se trata de um mera abordagem teológica ou fanatismo religioso/cristão, mas resume-se em fatos científicos de que o homem nasce homem e a mulher já nasce mulher, além de várias evidências externas que diferenciam ambos os sexos, não deixando margem para um suposto "terceiro sexo".
O que se deseja no Brasil é relativizar o padrão cultural da sociedade, que tem como base a raiz judaico-cristã, cujo viés está ligado à formação de um lar com homem e mulher. A promiscuidade defendida às claras ou subliminarmente, assim como certos tipos esdrúxulos de apresentações chamados de "arte", como a encenação no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, que colocou um homem nu à vista de todos e foi tocado por crianças, e as pinturas e fotos, cuja exposição foi bancada com dinheiro público e promovida pelo Banco Santander, traziam blasfêmias aos símbolos cristãos, apologia à zoofilia e ao homossexualismo, são reflexos de um padrão de vida desvirtuado que tenta aos poucos ganhar terreno nas mentes incautas. O que vai acarretar uma crise de identidade sexual. Também uma crise do certo e do errado.
A ausência de sexo, ou seja, a não existência de masculino e feminino, é o que prega a Ideologia de Gênero. Para quem defende esse pensamento, o sexo é resultado de construções sociais e culturais. É essa a temática que está se tentando implantar à revelia na educação brasileira e na . É uma afronta: à razão, pois a ciência comprova elementos suficientes para a distinção, à natureza, pois a fisiologia do homem e da mulher já revela exteriormente diferenças nos sexos e, acima de tudo, a Deus, que no princípio criou "homem e mulher, à sua imagem", em outra versão "macho e fêmea os criou".
Mais do que nunca, o povo cristão, deve escolher o lado que deseja ficar: se serve à intentona diabólica ou
à Palavra de Deus. A primeira vem das raízes marxistas, com viés comunista, que desterra o plano divino para a humanidade e se achega ao ateísmo insensato, cujo centro é o próprio homem, resultando na total satisfação de seus caprichos.
A segunda - a Palavra de Deus - nos exorta a tomarmos partido da causa, desejando manter os preceitos estabelecidos por Jeová, que uniu o homem à mulher, macho e fêmea, determinando que crescessem e multiplicassem e exercessem domínio sobre a Terra, e o servissem com obediência e temor.
É assim que a igreja deve continuar, preservando a pureza sexual, a santidade, guardando a Palavra de Deus, mantendo os bons costumes. Incomodando o mundo e sendo transformado pela renovação do entendimento.
A igreja de Cristo não será atingida. Ela prevalecerá e continuará "aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo" (Tt 2.13)
É assim que a igreja deve continuar, preservando a pureza sexual, a santidade, guardando a Palavra de Deus, mantendo os bons costumes. Incomodando o mundo e sendo transformado pela renovação do entendimento.
A igreja de Cristo não será atingida. Ela prevalecerá e continuará "aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo" (Tt 2.13)
Foi assim que o fez Josué, quando em Siquém reúne anciãos e oficiais e lhes faz lembrar as benignidades de Deus durante todo o tempo da promessa abraâmica à conquista de Canaã, instruindo-lhes a escolherem a quem queriam servir, se continuariam se curvando ao paganismo idólatra de seus pais ou se restabeleceriam a aliança com o verdadeiro Deus, que os conduziu até aquele lugar. "Porém, eu e a minha casa serviremos ao Senhor" foi a assertiva mais sensata para aquele contexto.
Hoje, clama uma voz, buscando por Josués, que assumam os riscos e as bênçãos provenientes da decisão de servir e temer ao Senhor, preservando os seus estatutos sagrados, os quais vão na contramão da filosofia progressista de um grupo que ganha espaço pregando a libertinagem como modo de vida.
É tempo de decisão e tomada de postura por parte de todos os evangélicos brasileiros - os quais totalizam cerca de 44 milhões de pessoas - de modo a viverem a essência do genuíno Evangelho, referindo-me àquele que transforma, que causa mudança de padrões de vida, que molda o caráter e gera impactos positivos na sociedade em que estamos.
QUE A GRAÇA E PAZ DO SENHOR JESUS HABITE EM NOSSOS CORAÇÕES!
(Jonas Portal)
Fontes pesquisadas:
Site IBGE
Revista Veja
https://www.significados.com.br/ideologia-de-genero/
http://sofos.wikidot.com/ideologia-de-genero
https://formacao.cancaonova.com/atualidade/sociedade/o-que-e-ideologia-de-genero/
Seguidores de Cristo (Testemunhando numa sociedade em Ruínas) - Valmir Nascimento
QUE A GRAÇA E PAZ DO SENHOR JESUS HABITE EM NOSSOS CORAÇÕES!
(Jonas Portal)
Fontes pesquisadas:
Site IBGE
Revista Veja
https://www.significados.com.br/ideologia-de-genero/
http://sofos.wikidot.com/ideologia-de-genero
https://formacao.cancaonova.com/atualidade/sociedade/o-que-e-ideologia-de-genero/
Seguidores de Cristo (Testemunhando numa sociedade em Ruínas) - Valmir Nascimento
terça-feira, 3 de outubro de 2017
DESAFIOS DA VIDA CRISTÃ (Fp 2.12-16 e Cl 2.
Durante a nossa jornada nos caminhos da fé cristã nos deparamos com inúmeras situações que nos fogem ao controle do equilíbrio, da sensatez, da prudência, da perseverança. São vicissitudes da vida que exigem maturidade e fé para que possamos resistir. As igrejas estão lotadas de crentes "doentes", com o coração e a alma repletos de sentimentos maus, voltados para as paixões momentâneas, com amarguras, dúvidas, falta de fé, com a confiança depositada em homens e não em Deus.
Nestes dois capítulos pastorais do Apóstolo Paulo às igrejas de Filipos e Colossos, temos uma fundamentação concreta para a fé e o crescimento espiritual do crente.
Nestes dois capítulos pastorais do Apóstolo Paulo às igrejas de Filipos e Colossos, temos uma fundamentação concreta para a fé e o crescimento espiritual do crente.
Estamos
vivendo tempos trabalhosos e difíceis, de falta de fé, de escassez de amor pela
Obra do Senhor, de muita expectativa depositada em homens, ao invés de
confiança plena em Deus, que têm tornado desafiadores cada passo da vida
cristã.
Somos aconselhados e exortados, enquanto crentes, servos do Deus
vivo, cuja bem-aventurança é o retorno do Senhor Jesus, a mantermos o cuidado,
a prudência, a sabedoria, a perseverança na nossa jornada para o céu.
è SOMOS DESAFIADOS A:
I- MANTER UMA VIDA DE OBEDIÊNCIA (Fp 2.12)
Deus prefere a
obediência a sacrifício.
Saul não soube esperar. Não obedeceu às ordens de Deus, por intermédio de Samuel, que o orientou a esperá-lo sete dias em Gilgal. Ao findar o prazo, Saul preferiu exercer o ofício de sacerdote e ofereceu o sacrifício no altar, sem a presença do homem de Deus, o qual não foi aceito. Foi reprovado por Deus e por Samuel, pois "é melhor obedecer do que sacrificar"
Saul não soube esperar. Não obedeceu às ordens de Deus, por intermédio de Samuel, que o orientou a esperá-lo sete dias em Gilgal. Ao findar o prazo, Saul preferiu exercer o ofício de sacerdote e ofereceu o sacrifício no altar, sem a presença do homem de Deus, o qual não foi aceito. Foi reprovado por Deus e por Samuel, pois "é melhor obedecer do que sacrificar"
II- DESENVOLVER A SALVAÇÃO (v12)
Colocar em ação a
salvação, com temor e tremor. Desenvolver-se.
Os dons espirituais devem acompanhar o crente em sua empreita cristã. Sem o auxílio do Espírito Santo, não há crescimento e desenvolvimento da fé.
Os dons espirituais devem acompanhar o crente em sua empreita cristã. Sem o auxílio do Espírito Santo, não há crescimento e desenvolvimento da fé.
III- AO CRESCIMENTO ESPIRITUAL
Avançar no reino
espiritual. Não podemos retroceder. Evitar o desânimo traz benefícios para o
corpo e para a alma. No início de nossa caminhada cristã, nos alimentamos com o "leite racional", como diz Pedro, para que possamos crescer no favor e fervor do Senhor. Somos revestidos de poder do Espírito para crescermos na graça e no conhecimento, como bons discípulos do Mestre, a fim de fazermos a sua obra, de modo sábio e com discernimento.
IV- DEPENDÊNCIA DE DEUS (Fp 2.13)
A dependência de Deus traz intimidade com Ele. Nos faz alcançar maiores gozos e níveis mais profundos de santidade, enriquecendo-nos da confiança na vontade soberana do Senhor, revelando a nós mesmos que esperamos em nosso Pai, que cuida do que é seu.
Devotar-se inteiramente a Deus, é tornar as nossas fraquezas em força, pois tudo podemos naquele que nos fortalece. A figura de Deus distante não condiz com a sua graça revelada em toda a Sagrada Escritura. Portanto, se o servimos e também somos chamados de filhos, devemos nos aproximar dele como amigos também.
Sabemos que quem faz todas as coisas é Deus (Jo 15.5; Is 64.4; Sl 127.2).
Depender dEle é se aperfeiçoar a cada dia, por intermédio das orações, da meditação de sua Palavra, na vida cotidiana e refletindo o caráter do próprio Deus.
Devotar-se inteiramente a Deus, é tornar as nossas fraquezas em força, pois tudo podemos naquele que nos fortalece. A figura de Deus distante não condiz com a sua graça revelada em toda a Sagrada Escritura. Portanto, se o servimos e também somos chamados de filhos, devemos nos aproximar dele como amigos também.
Sabemos que quem faz todas as coisas é Deus (Jo 15.5; Is 64.4; Sl 127.2).
Depender dEle é se aperfeiçoar a cada dia, por intermédio das orações, da meditação de sua Palavra, na vida cotidiana e refletindo o caráter do próprio Deus.
V- AFASTAR-SE DAS
MURMURAÇÕES (Fp 2.14; Cl 3.8,13)
As murmurações, queixas, reclamações, têm matado
muitos crentes. Estão adoecendo por causa das suas frustrações e falta de fé. Em suma, quando analisamos o êxodo do povo de Israel pelo deserto e, por conta de seus inumeráveis atos de ingratidão, refletidos nas repetidas queixas para com Moisés, percebemos que o fracasso de toda uma geração foi resultado falta de fé no Deus poderoso, o qual os guardou em situações das mais adversas. Deus não os poupou de sua ira, porém os julgou com a devida sentença.
Quando formos levados por ventos de murmúrios e inconformismos, por não se enquadrarem em nossa razão, devemos ter o cuidado de refletirmos se não se está a peregrinar por vias duplas, na contramão do cuidado divino.
Quando formos levados por ventos de murmúrios e inconformismos, por não se enquadrarem em nossa razão, devemos ter o cuidado de refletirmos se não se está a peregrinar por vias duplas, na contramão do cuidado divino.
VI- MANTER A SUA LUZ
ACESA,
E NÃO APAGAR A DO OUTRO
(v15)
Jesus Cristo, nosso Senhor nos ensina que nós somos a luz do mundo. Resplandecemos em meios ao mundo em trevas (Mt 5.13-16).
VII- RETER A PALAVRA
DA VIDA (v16)
O salmista guardava a Palavra no coração, para não pecar contra o Senhor (Salmo 119.11)
O Crente tem que reter a Palavra e vivê-la.
Sermão pregado
na Congregação Nova Canaã (AD-MDR),
em 27 de
setembro de 2017.
Voltado para a
edificação da igreja e amadurecimento espiritual.
quinta-feira, 20 de julho de 2017
O Conselho dos ímpios e o O conselho do Cristão
Salmos 1
1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
2 Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.
Eis aqui uma bem-aventurança para quem se mantém firme na Palavra de Deus. Para quem tem a vida dedicada à lei do Senhor, meditando nela, e a tomando como alimento que lhe dá sustento e força.
Infelizmente as igrejas estão abarrotadas de irmãos que não deveriam ser assemelhados a ímpios, mas cuja boca se enche de conselhos maus e revestem-se até de impróprios e juízos de valor acerca de pessoas e da obra do Senhor, conseguindo conduzir a muitos para o envenenamento da alma e consequentemente trazendo maldições para aqueles que os ouvem e para si próprios.
Ser crente é servir ao Senhor, independentemente das falhas das pessoas, pois todos são passíveis a erros e quedas, olhando para Cristo e não para o homem.
Os conselhos maus podem destruir uma vida e contaminar a convivência harmônica de uma igreja. São como ervas daninhas, que enraízam nas árvores e tiram as suas forças.
O conselho cristão é voltado para as coisas espirituais, no sentido de conduzir vidas para as verdades santas, que levam ao céu. Tendo em vista que a caminhada rumo ao céu é repleta de obstáculos que precisam de fé e coragem para vencê-los, erguendo a cruz e combatendo o bom combate, negando-se a cada dia, de modo a receber a recompensa celestial.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos
Misericórdia é um sentimento de compaixão, despertado pela desgraça ou pela miséria alheia.
A expressão misericórdia tem origem latina, e é formada pela junção de miserere (ter compaixão), e cordis (coração). "Ter compaixão do coração", significa ter capacidade de sentir aquilo que a outra pessoa sente, aproximar seus sentimentos dos sentimentos de alguém, ser solidário com as pessoas. (definição do site "significados.com.br").
"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim;
Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.
A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele" (Lm 3.22-24)
O profeta Jeremias tinha consciência da situação desprezível em que se encontrava o povo de Israel.
Cativos na Babilônia, distantes de sua terra, com a cidade de Jerusalém destruída, muros derrubados, portas queimadas, saqueados e despatriados. O flagelo da destruição dominava o cenário daqueles tempos.
O próprio Jeremias fora levantado por Deus para profetizar contra o pecado e afronta do povo a Deus, vindo como castigo, caso não se arrependessem, a ira de Deus, por meio do cerco e invasão de outros povos poderosos.
A condição espiritual de Jerusalém era de adoração a diversos ídolos e outras práticas abomináveis a Deus.
A falta de adoração verdadeira ao Deus de Abraão e de Moisés, a desobediência aos seus estatutos, a desonestidade, o adultério, a injustiça, a tirania da maioria dos reis que se sobrepujavam eram regra e não exceção.
Jeremias se colocava numa posição de porta-voz de Deus, insistindo para que o povo se arrependesse e ao mesmo tempo lamentando que não dessem ouvido às suas palavras.
Ele lamenta, mas espera no Senhor. Sabe que a única causa de não serem totalmente exterminados e subjugados são as muitas misericórdias do Senhor. Demonstrando a sua fidelidade e firmeza das promessas que havia feito para Abraão, de que o seu povo seria mui numeroso sobre a face da Terra.
Deus é benigno e sempre justo para com aqueles que também são fiéis a Ele.
A única razão para que Deus não destruísse por inteiro aquele povo rebelde, era o favor e a certeza de que sua Palavra não pode se anular. Ele revela-se um Deus misericordioso para com aqueles a quem ama.
Hoje, também somos atingidos por sua misericórdia, quando contrariamente ao seu propósito, nos distanciamos e o desobedecemos, Ele poderia nos abandonar, porém o seu favor é revelado.
Que desfrutemos sabiamente das misericórdias do Senhor.
A expressão misericórdia tem origem latina, e é formada pela junção de miserere (ter compaixão), e cordis (coração). "Ter compaixão do coração", significa ter capacidade de sentir aquilo que a outra pessoa sente, aproximar seus sentimentos dos sentimentos de alguém, ser solidário com as pessoas. (definição do site "significados.com.br").
"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim;
Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.
A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele" (Lm 3.22-24)
O profeta Jeremias tinha consciência da situação desprezível em que se encontrava o povo de Israel.
Cativos na Babilônia, distantes de sua terra, com a cidade de Jerusalém destruída, muros derrubados, portas queimadas, saqueados e despatriados. O flagelo da destruição dominava o cenário daqueles tempos.
O próprio Jeremias fora levantado por Deus para profetizar contra o pecado e afronta do povo a Deus, vindo como castigo, caso não se arrependessem, a ira de Deus, por meio do cerco e invasão de outros povos poderosos.
A condição espiritual de Jerusalém era de adoração a diversos ídolos e outras práticas abomináveis a Deus.
A falta de adoração verdadeira ao Deus de Abraão e de Moisés, a desobediência aos seus estatutos, a desonestidade, o adultério, a injustiça, a tirania da maioria dos reis que se sobrepujavam eram regra e não exceção.
Jeremias se colocava numa posição de porta-voz de Deus, insistindo para que o povo se arrependesse e ao mesmo tempo lamentando que não dessem ouvido às suas palavras.
Ele lamenta, mas espera no Senhor. Sabe que a única causa de não serem totalmente exterminados e subjugados são as muitas misericórdias do Senhor. Demonstrando a sua fidelidade e firmeza das promessas que havia feito para Abraão, de que o seu povo seria mui numeroso sobre a face da Terra.
Deus é benigno e sempre justo para com aqueles que também são fiéis a Ele.
A única razão para que Deus não destruísse por inteiro aquele povo rebelde, era o favor e a certeza de que sua Palavra não pode se anular. Ele revela-se um Deus misericordioso para com aqueles a quem ama.
Hoje, também somos atingidos por sua misericórdia, quando contrariamente ao seu propósito, nos distanciamos e o desobedecemos, Ele poderia nos abandonar, porém o seu favor é revelado.
Que desfrutemos sabiamente das misericórdias do Senhor.
DECLARAÇÃO DE FÉ DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS - CREMOS
Cremos
1. Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para
a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
2. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais
em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as
coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por
um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn
1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
3. No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na
concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição
corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-
18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
4. No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho,
Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador;
que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo
16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
5. Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento
e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
6. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e
pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos
Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
7. No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus
Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
8. Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia
dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para
seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
9. No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do
Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
10. Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo,
que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
11. No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo,
demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4;
10.44-46; 19.1-7);
12. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação,
conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
13. Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para
arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja
glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc
14.5; Jd 1.14);
14. No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a
recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
15. No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que
morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade
de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos
(Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4).
16. Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus
Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em
conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2;
Gn 2.24; 1.27).
ARQUIVO COMPLETO DECLARAÇÃO DE FÉ- baixar
1. Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para
a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
2. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais
em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as
coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por
um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn
1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
3. No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na
concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição
corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-
18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
4. No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho,
Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador;
que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo
16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13);
5. Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento
e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
6. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e
pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos
Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
7. No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus
Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
8. Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia
dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para
seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
9. No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do
Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
10. Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo,
que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
11. No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo,
demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4;
10.44-46; 19.1-7);
12. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação,
conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
13. Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para
arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja
glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc
14.5; Jd 1.14);
14. No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a
recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);
15. No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que
morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade
de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos
(Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4).
16. Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus
Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em
conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2;
Gn 2.24; 1.27).
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domingo, 2 de julho de 2017
OS MANUSCRITOS ORIGINAIS DO NOVO TESTAMENTO
Sabemos que os originais (autógrafos) dos Evangelhos, tais como saíram das mãos de Mateus, Marcos, Lucas e João, se perderam, dada a fragilidade do material usado (pele de ovelha ou papiro), mas isto não impede que a História prove a sua existência.
Ficaram-nos as cópias (manuscritos) antigas desses originais, que são os papiros, os códices unciais (escritos em caracteres maiúsculos sobre pergaminho), os códices minúsculos (escritos mais tarde em caracteres minúsculos) e os lecionários (textos para uso litúrgico).
Conhecem-se cerca de 5236 manuscritos (cópias) do texto original grego do Novo Testamento, comprovados como autênticos pelos especialistas. Estão assim distribuídos: 81 papiros; 266 códices maiúsculos; 2754 códices minúsculos e 2135 lecionários.
Os papiros são os mais antigos testemunhos do texto do Novo Testamento. Estão assim distribuídos pelo mundo:
Os papiros são os mais antigos testemunhos do texto do Novo Testamento. Estão assim distribuídos pelo mundo:
P1 – Evangelhos – Filadélfia (EUA), do século III;
P2 – Evangelhos – Florença (Itália), do século III;
P3 – Evangelhos – Viena (Áustria), do século VI-VII;
P4 – Evangelhos – Paris (França), do século III;
P5 – Evangelhos – Londres (Inglaterra), do século III;
P6 – Evangelhos – Estrasburgo, do século IV;
P7 – Atos dos Apóstolos – Berlim (Alemanha), do século IV.
Existem 76 papiros do texto original do Novo Testamento. Acham-se ainda em Leningrado (p11, p68), no Cairo (p15, p16), em Oxford (p19), em Cambridge (p27), em Heidelberg (p40), em Nova York (p59, p60, p61), em Gênova (p72, p74, p75)… Desses papiros alguns são do ano 200, o que é muito importante, já que o Evangelho de São João foi escrito por volta do ano 100. São, por exemplo, do ano 200 aproximadamente, o papiro 67, guardado em Barcelona.
Os códices unciais são verdadeiros livros de grande formato, escritos em caracteres maiúsculos (unciais). Uncial vem de “uncia”, polegada em latim. Eis a relação de alguns deles:
A 01 (Sináitico) – Novo Testamento, Londres, do século IV;
A 02 (Alexandrino) – Novo Testamento, Londres, do século V;
B 03 (Vaticano) – Novo Testamento, Roma, do século IV;
C 04 (Efrém rescrito ) – Novo Testamento, Paris, do século V;
D 05 (Beza) – Evangelhos – Cambridge, do século VI;
D 06 (Claromantono) – Paulo – Paris, século VI.
Há mais de duzentos códices unciais, espalhados por Moscou (K 018; V 031; 036); Utrecht (F 09); Leningrado (P 025); Washington (W 032); Monte Athos (H 015; 044); São Galo (037)…
Desses dados é fácil entender que a pesquisa e o estudo dos manuscritos do Novo Testamento não dependem de permissão do Vaticano, pela simples razão que a sua maioria não está em posse da Igreja. Só há um código datado do século IV, no Vaticano. As pesquisas sempre foram realizadas independentemente da autorização da Igreja Católica, o que dissipa qualquer dúvida. Os manuscritos bíblicos são manuscritos da humanidade; muitos foram levados do Oriente, por estudiosos e outros interessados, para as bibliotecas dos países ocidentais, onde se acham guardados até hoje.
Como vimos, existem hoje mais de cinco mil cópias manuscritas do Novo Testamento datadas dos dez primeiros séculos. Algumas são papiros dos séculos II-III. O mais antigo de todos é o papiro de Rylands, conservado em Manchester (Inglaterra) sob a sigla P. Ryl. Gk. 457; do ano 120 aproximadamente, e contém os versículos de João 18,31-33.37.38.
Se observarmos que o Evangelho de São João foi escrito por volta do ano 100, verificamos que temos um manuscrito que é, então, cópia do próprio original. As pequenas variações encontradas nessas cinco mil cópias são meramente gramaticais ou sintáticas e que não alteram o seu conteúdo. Os estudiosos, analisando este grande número de manuscritos antigos, concluem que é possível reconstruir a face autêntica original do Novo Testamento, que é o que hoje usamos.
Prof. Felipe Aquino
RETIRADO DO BLOG: CANÇÃO NOVA
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